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Mastologista do Hospital Marieta reforça a importância da realização anual da mamografia

Com a previsão de 66 mil novos casos de câncer de mama no país em 2021, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), um novo estudo internacional vem para dar um alento durante a conscientização do Outubro Rosa. Pesquisa realizada nos Estados Unidos confirma que a realização da mamografia anualmente, após os 40 anos, reduz em até 40% o número de mortes pela doença.

O médico mastologista do Hospital Marieta, Jorge Rebello, reitera que a grande prevenção atual é por meio da conscientização e a realização frequente do exame de mamografia para redução de até 40% da mortalidade pelo câncer de mama. “Este é um dado muito significativo e, por isso, todas as mulheres, independentemente de terem prótese ou não, tendo histórico ou não, devem realizar este exame todos os anos”, justifica.

A antecipação do diagnóstico é para que se perceba a doença antes da existência dos sintomas, porque quando eles existem, o câncer já está em uma fase avançada. O ideal é que o médico faça o exame clínico e perceba a doença em estágio inicial, já que assim o tratamento é menos mutilante, menos severo, com uma perspectiva de cura muito grande.  “Caso a mulher perceba a presença de nódulos, a saída de líquido dos seios que pode ser um pouco sanguinolento ou claro como uma água cristalina, eventualmente com pele endurecida e avermelhada ou alteração da forma das mamas, ela deve procurar um médico urgentemente”.

A grande maioria dos casos de câncer de mama são ocasionais, embora de 5% a 10% sejam de origem hereditária. E talvez este seja o grande futuro da mastologia. “Nós conseguimos identificar hoje os chamados grupos de risco. Estas pacientes poderão, então, fazer exames genéticos para identificarmos mutações de genes e consequentemente verificar sua predisposição para a doença para tratamentos precoces”.

Ações internas trazem informações aos colaboradores

Enquanto o futuro não chega, a informação é outra grande aliada. O Hospital Marieta, além da conscientização e atendimentos externos, também aproveita o mês de outubro para ações internas. Este ano, os colaboradores enfeitaram os departamentos e a instituição promoveu o “Dia do Rosa”, que foi realizado nesta terça-feira (19/10). Neste dia, todos foram convidados a vir de rosa, participar de palestras e posarem para fotos que serão compartilhadas nas redes sociais.

“Nós entendemos a importância deste período de conscientização e precisamos estar atentos aos nossos. De maneira conjunta podemos melhorar a informação, amenizar medos e antecipar os tratamentos buscando mais precocemente a cura”, destaca a diretora geral do Hospital Marieta, Irmã Mercia Lemes.

Informações para a imprensa – Oficina das Palavras:

Elaíse Cidral – litoral5@grupoodp.com.br + 55 (47) 9 9994-1265

Ricardo Ruas – ricardo.ruas@grupoodp.com.br + 55 (47) 9 9995-1846

Hospital Marieta testa tecnologia cirúrgica com vídeo em 3D

Um procedimento cirúrgico-teste inédito foi realizado na tarde desta sexta-feira (8/10) no Hospital Marieta. A tecnologia para cirurgia videolaparoscópica com visão 3D foi utilizada num paciente de 72 anos do ambulatório da Unacon com câncer de intestino. O médico proctologista Rafael Félix Schlindwein conta que a equipe médica utiliza óculos especiais para enxergar o corpo do paciente em terceira dimensão, o que garante mais detalhamento ao procedimento. O equipamento utilizado foi a torre de vídeo EinsteinVision 3.0 produzido pela multinacional líder em soluções médico-hospitalares, B. Braun, através de sua divisão Aesculap.

“É como se estivéssemos com o paciente aberto, embora estejamos utilizando uma microcâmera que é inserida na pessoa. Esta é uma cirurgia menos invasiva, mais rápida de ser feita e com chances mais rápidas de recuperação”, destaca o doutor.

Esta é a primeira vez que esse tipo de tecnologia está sendo utilizada no Hospital Marieta, o maior da região da Amfri e o que realiza 95% dos atendimentos via Sistema Único de Saúde. Essa é uma operação pelo SUS com equipamento fornecido como teste pela B. Braun, que fabrica a máquina. Ela forneceu também todos os materiais.

“O EinsteinVision 3.0 da B. Braun é um sistema de câmeras 3D que proporciona melhor precisão e tempo de operação reduzido, entre outros benefícios para os pacientes e profissionais de saúde”, explica Fábio Flores, gerente regional da Região Sul da B. Braun. De acordo com a empresa, o equipamento possibilita ao cirurgião a sensação de profundidade, que se perde quando migra da cirurgia aberta para a laparoscópica, o que garante a ele movimentos mais precisos e maior segurança no intraoperatório. “Ficamos satisfeitos em contribuir com a realização desse procedimento no Hospital Marieta, a partir do objetivo conjunto de promover mais eficiência, conforto e inovação para os pacientes”, afirma Fábio.

“A possiblidade de fazer esse procedimento-teste, como avaliação a um paciente oncológico, do SUS, nos deixou muito feliz. Vamos torcer para que o resultado seja satisfatório e que a gente possa buscar auxílio para trazer a tecnologia em definitivo para o Marieta”, complementa o cirurgião Rafael Félix Schlindwein.

A Irmã Mércia Lemes, diretora geral do Hospital Marieta, também vê neste teste uma possibilidade de ampliar ainda mais os benefícios à comunidade, introduzindo esta nova tecnologia num breve futuro na rotina da instituição.

Texto – Oficina das Palavras:

Elaíse Cidral – litoral5@grupoodp.com.br + 55 (47) 9 9994-1265

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Fotos: Leticia Venera – Comunicação Hospital Marieta

Hospital Marieta realiza ações voltadas à saúde mental dos colaboradores

Palestras, murais e dinâmicas são apenas algumas das atividades realizadas no mês de setembro

            O Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen possui ações e programas de apoio à saúde mental dos colaboradores durante todo o ano, porém, no Setembro Amarelo, as ações de conscientização sobre depressão e prevenção ao suicídio são intensificadas. Nos murais da instituição foram utilizados visuais informando e reforçando sobre a importância do autocuidado e da observação de sinais em seu meio social, além do uso do laço amarelo, símbolo da campanha, disponível nos uniformes de todos os colaboradores e nos monitores de descanso de tela, atingindo todos os setores com a informação.

            Foram realizadas durante o mês, palestras com profissionais de outras instituições como o Centro de Valorização à Vida (CVV) e a Viacredi, com temas como “Inteligência Emocional e Sentimentos”. “Também tivemos dinâmicas executadas com o apoio das psicólogas organizacionais em todos os turnos, o que reforçou ainda mais a intenção da campanha do Setembro Amarelo”, completa o psicólogo do Hospital Marieta, Robinson Romani. 

            As ações do mês foram focadas na saúde mental dos colaboradores e nas pessoas que são atingidas indiretamente, com foco na temática da campanha que são pensamentos, tentativas e comportamentos suicidas. Durante a pandemia da Covid-19, os profissionais da saúde precisaram e ainda precisam lidar com o grande volume de ambientes que foram isolados, contato direto com pacientes contaminados, luto, afastamento dos profissionais de suas famílias, etc. “Muitos outros fatores na saúde mental podem desencadear transtornos após vários meses de afastamento do ambiente estressor. Como a perspectiva de o Hospital ser um ambiente de saúde, focamos não só em nossos pacientes, mas também na atenção aos nossos colaboradores com ações durante todo o ano. Com o objetivo de manter a saúde mental e evitando transtornos psicossomáticos como transtorno de pânico, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno de ansiedade generalizada ou o próprio suicídio que tem sua prevalência efetiva ou extinguida quando tem um acompanhamento com o profissional da psiquiatria ou psicologia. Assim oferecemos essa escuta ativa gratuitamente para “cuidar de quem também cuida”, finaliza Robinson.

Ações de atenção à saúde mental durante todo o ano

            As ações não ficam restritas apenas a um mês. Durante todo o ano, o Hospital Marieta tem programas especiais para os colaboradores como a psicoterapia individual, em que os funcionários que necessitam de apoio são acolhidos através da busca espontânea pelo atendimento psicoterapêutico com psicólogo clínico capacitado que faz o acompanhamento do colaborador, além do médico do trabalho e encaminhamentos para a rede de apoio quando necessário. “O Hospital também possui grupos de psicoeducação, em que é feita a abordagem em grupo com temáticas observadas nos atendimentos individuais, atuando com foco nas demandas predominantes com mais eficiência e assertividade”, explica o psicólogo.

Informações para a imprensa – Oficina das Palavras:

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Cinco dicas para reconhecer sinais de depressão em si próprio e nas pessoas ao seu redor

Olhar humanizado é a chave para ajudar àqueles que precisam.

A depressão atinge cada vez mais pessoas. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP), em 11 países, o Brasil é o que mais tem casos de ansiedade (63%) e depressão (59%). Com a pandemia da Covid-19, os sintomas se agravaram em muitos e foram desenvolvidos em outros. “Além do olhar para si próprio, para conhecer seus limites, saber quando procurar ajuda de alguém especializado, é preciso se atentar também ao próximo, desenvolver um olhar mais humanizado, mesmo na correria do dia a dia”, diz o psicólogo do Hospital Marieta, Robinson Romani. O profissional separou cinco dicas para auxiliar as pessoas a prestarem atenção em si e no próximo:

1. Observe os sinais que a pessoa dá sem falar.

Aprimore o olhar nos momentos de socialização no ambiente familiar, no círculo de amizade, no companheiro de trabalho, nos pacientes através de fundamentos básicos dos profissionais da saúde como os sinais e sintomas. Sinais são tudo o que eu vejo no outro como humor deprimido prolongado, perda de interesse ou prazer de suas rotinas como estudo, trabalho, hobbies, fadiga todos os dias, etc. Se observar esses sinais, vale ficar mais atento.

2. Conheça os sintomas verbalizados que podem ser indicativos de depressão.

É importante parar para ouvir o próximo, principalmente em meio a correria do dia a dia. Quando a pessoa fala sobre falta de expectativa de futuro, vontade de fugir, desejo de dormir e não acordar, ou até mesmo fala declaradamente sobre o desejo de morte, é muito importante orientar essa pessoa a buscar uma ajuda profissional.

3. Saiba como ajudar alguém quando perceber que ela não está bem.

Quando identificamos a pessoa que apresenta características de tendência suicida, precisamos no primeiro momento oferecer a “escuta ativa” através da simpatia, sem julgamentos. Foco na escuta, sem interrupções. Observe com atenção e colabore com a informação, estimulando que procure ajuda profissional e, se possível, se oferecendo a acompanhar, já que você transmitiu segurança na escuta. Ambientes como unidades básicas de saúde, Centro de Valorização à Vida (CVV), universidade com oferta de atendimento ao público, hospitais e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), não precisam de agendamentos para as demandas psicológicas, estão de “portas abertas”. 

4. Aprenda a observar os sinais em você mesmo.

O autocuidado é mais difícil de observar, precisamos superar a negação e também estar atentos a fala do outro, que normalmente pode ser de ambientes variados. Fique atento às falas e apontamentos dos outros sobre o nosso comportamento:

* você se afastou.

* estás tão diferente.

* você está sempre triste.

* estás tão introspectivo.

* não aceita mais nossos convites.

* você só dorme.

* sua produtividade caiu.

Outro momento são os estigmas sobre o profissional da psicologia e psiquiatria, negando que não tem necessidade de cuidado dessas especialidades. A negação do autocuidado e o prolongamento do tempo do adoecimento leva os pacientes a recorrer aos profissionais em quadros mais avançados e crises mais agressivas. Os sinais mais claros são as mudanças negativas e gradativas em suas relações sociais, dificuldades no ambiente profissional, reclusão, dor sem causa física e falta de previsão de futuro.

5. Procure ajuda.

No primeiro sinal de “sofrimento”, normalmente vinculado a alguma mudança e por tempo prolongado, mudando sua relação com o próximo, frustração, dificuldades em seu ponto de vista sem resolução, redução de produtividade no trabalho, isolamento, cansaço constante, falta de perspectiva de futuro, entre outros, procure um profissional ou local que possa oferecer acolhimento psicológico ou psiquiátrico.

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Elaíse Cidral – litoral5@grupoodp.com.br + 55 (47) 9 9994-1265

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Dia Nacional da Doação de Órgãos: Entenda como ser um doador

Todos os dias são especiais… Mas, tem dias que temos ainda mais motivos para agradecer… E o motivo de tanta gratidão? Hoje é comemorado no Brasil o Dia Nacional da Doação de Órgãos e o Hospital Marieta possui a CHT – Comissão Hospitalar de Transplantes, também conhecida como CIHDOTT – Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes.

E o que isso quer dizer? – Quer dizer que o hospital possui uma equipe multidisciplinar capacitada para conversar com as famílias enlutadas e oferecer a elas a possibilidade da doação de órgãos. Uma maneira especial de mesmo após a morte aquela pessoa tão amada ajudar outras pessoas a viver!

E você deve estar se perguntando como isso é possível? Tenho que deixar um documento registrado? A resposta é não. Pois, para ser um doador, basta avisar a sua família, já que ela respeitará a sua vontade. Sabemos que falar sobre a morte não é nada fácil, mas é extremamente importante.
Em 2021 a nossa CHT obteve 90% de autorizações nas entrevistas familiares e apenas 10% de recusa. Isso demonstra o quanto as pessoas, mesmo nos
momentos mais difíceis conseguem ter empatia e ser solidários.

E para fechar esse dia tão especial com chave de ouro, hoje mais uma família disse SIM a doação de órgãos e através desse ato de amor 7 (sete) outras pessoas terão a oportunidade de ter mais qualidade de vida e
até mesmo uma nova chance de viver! Órgãos doados: Pulmões, Córneas, Rins e Fígado. Gratidão a essa família e a todas as outras que ao longo de nossa história ajudaram a salvar vidas!

Campanha Interna no Hospital Marieta: Eu sou um Doador de Órgãos! Com essa temática a campanha desse ano abordou colaboradores e médicos da instituição. Diversos setores foram visitados e os doadores receberam o selo de Doador colado ao crachá, além do convite para participar da composição de fotos do mural central. Portanto, quem passou pelo corredor de acesso dos colaboradores pode observar o mural central repleto de fotos de reais doadores de órgãos. Uma maneira criativa de orientar e provar que somos muitos, somos a favor da doação de órgãos e tecidos para transplantes!

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